Niall On.
~ Flash Back On ~

Corríamos pela praia deserta, a alcancei e derrubei ela
caindo por cima dela, deixando a água molhar sua roupa.
Mari: Niall eu to ensopada, levanta seu chato.
Eu: Eu não!
Ela começou tentar sair mais a prendi pelos pulsos e
comecei a beijar seu pescoço e ela dizia no meu ouvido.
Mari: Não, Niall aqui não, aqui não é lugar para!
Ela dizia isso toda hora, me levantei e fiquei emburrado
ela riu meio sem graça e entramos no carro e fomos pra casa. Eu não falei nada
dentro do carro nem ela chegando eu sai do carro e ela saiu atrás fui direto
pro quarto e entrei no banheiro pra tomar banho e ela veio tentei fechar a
porta mais ela colocou o pé e eu não iria fechar pra não machuca-la.
Eu: Que foi?
Ela me empurrou até a quina da pia e eu fiquei olhando
pra ela que sorriu e começou um beijo calmo, a sua língua macia percorria a
minha boca de tal maneira que me deixava com desejo dela. Ela foi parando o
beijo e ficou me olhando nos olhos.
Mari: Niall tem local que não pode meu amor! Imagina se
um fotografo flagra?
Eu: Me desculpa amor as vezes eu perco a noção.
Ela passou a mão pelos meus cabelos e me abraçou.
Tomamos banho e ela saiu antes, e quando eu cheguei de
toalha no quarto ela tava vestida assim:
A abracei por trás e ela sorriu dando um leve gemido
perto do meu ouvido.
Mari: Amor não faz assim.- ela disse com uma voz sexy.
Eu: Como assim?
A apertei contra meu corpo e ela gemeu no meu ouvido.
Abri seu sutiã e fiquei apertando seus seios enquanto ela gemia baixinho. Fui
beijando seu pescoço e dei um chupão.
Mari: Vai ficar a marca amor! – dizia manhosa.
Eu: Vai ficar a minha marca.
Apertei mais seus seios e ela gemeu. Fui descendo minha
mão até chegar dentro de sua calcinha e apertei sua vagina e ela gemeu um
pouquinho mais auto, comecei a colocar um dedo dentro dela fazendo movimentos
leves e ela sussurrou no meu ouvido.
Mari: Pra matar meu desejo tem que ser bem mais que isso.
Ela saiu e se jogou na cama.
Eu: Tem que ser o que?
Ela se sentou na cama e eu cheguei mais perto, ela tirou
a toalha da minha cintura e mordeu os lábios.
Mari: Tem que ser você.
Eu a segurei pela cintura e a deitei com a cabeça nos
travisseiros. E enquando eu beijava seu pescoço e seus seios meu “amiguinho”
encostava na “amiguinha dela a deixando descontrolada.
Mari: Nini coloca logo. – disse manhosa.
Eu: vou pegar a camisinha.
Mari: Não, não pega não vai logo!
Ouviu aquilo e sorri, fui colocando de vagar e ela
começou a gemer mais. Ela gemia auto e aquilo me excitava então fui mais rapido e ela fez cara de quem estava sentindo dor.
Eu: Amor to te machucando?
Mari: Ta
doendo um pouco.
Eu: quer
que eu pare.
Mari:
Não! Continua só que vai de vagar aumentando o ritmo pra me acostumar.
Eu sorri
e fiz que sim com a cabeça. Começei a ir bem de vagar mais penetrando bem
fundo, ela gemia meu nome e arranhava minhas costas.
Passamos um bom tempo ali eu
já estava mais pálido do que era e ela se virou na cama ficando em cima de mim.
Ela beijava minha boca com calma e aquilo me deixava com desejo.
Ela encaixou
meu membro nela e começou a cavalgar bem de vagar mais profundo, eu coloquei a
mão em sua cintura e ela foi aumentando o ritmo eu já gemia o nome dela bem
auto e ela arranhava meu abdômen. Vi ela ficando fraca e eu também já estava, eu
fui deitando ela no meu peito e ela continuou bem de vagar até que nós dois
acabamos gozando. Ela me deu um beijo e se ditou ao meu lado sorrindo.
Mari:
Acho que se tivéssemos feito na praia não teria sido tão bom!
Sorri e a
beijei, cobri nossos corpos e dormimos com os corpos colados.
~Flash
Back Off~
Me deitei na cama e acabei chorando mais de saudades! abri a caixa das coisas dela e peguei um porta retrato nosso e coloquei na mesinha ao lado da minha cama.
[...]





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